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Do Mato Grosso do Sul para a Selaria Horlandim; Conheça a Hat Shaper Letícia Freitas

  • Foto do escritor: libymkt Itu
    libymkt Itu
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura


Uma profissão ainda pouco conhecida no Brasil começa a ganhar destaque, principalmente no universo agro e em grandes eventos country: o hat shaper, especialista na arte de modelar e personalizar chapéus. Surgida nos Estados Unidos, a prática vem conquistando espaço no país e já se tornou um diferencial em selarias e feiras do setor. Na Selaria Horlandim, em Itu, o serviço é oferecido há cerca de cinco anos. O proprietário, Matheus Modesto, relembra como tudo começou de forma simples e artesanal. “Antigamente eu mesmo modelava meu chapéu usando o vapor da chaleira. Era algo bem improvisado, mas que já mostrava o quanto o chapéu podia ganhar outra forma”, conta. Hoje, a realidade é outra: na loja existe um setor e uma profissional exclusiva dedicada à personalização.


Mais do que apenas moldar, o trabalho do hat shaper envolve criatividade e identidade.“É mais do que um ajuste, é transformar um chapéu comum em uma peça exclusiva, com a personalidade do cliente”, explica a profissional Letícia Freitas, natural de Cassilândia, no Mato Grosso do Sul. Ela conheceu a profissão por meio de vídeos no Instagram e decidiu investir na carreira. “Quando vi o trabalho, me encantei. Fui buscar formação e fiz um curso em Sorocaba, na Universidade do Cavalo”, relembra.


Há três anos na área, Letícia já acumula experiências em grandes eventos, como a Festa do Peão de Barretos, Expo Londrina e o Jaguariúna Rodeo Festival. Mãe de Cássio, de 6 anos, e Helena, de 2, a hat shaper percorreu mais de 700km até Itu para atuar na Selaria Horlandim. Apesar do crescimento na carreira, ela conta que enfrentou desafios, especialmente por ser mulher em um segmento ainda novo e predominantemente masculino. “Sempre gostei de chapéu, sempre fui do meio agro. Mas enfrentei um pouco de preconceito. Em eventos, quando havia eu e um homem trabalhando como hat shaper, muitos clientes davam preferência para ele fazer a modelagem”, relata.




Mesmo assim, Letícia acredita na força feminina dentro da profissão e destaca as qualidades que podem fazer a diferença. “Vejo que é, sim, uma profissão para mulheres. Temos mais delicadeza e criatividade na hora de personalizar e trabalhar os detalhes”, afirma. E são justamente os detalhes que tornam cada chapéu único. Na Selaria Horlandim, os clientes podem escolher entre uma variedade de personalizações: aplicação de cintos, strass, penas, cartas de baralho e até marcações com ferro em brasa com as iniciais do nome. Elementos que transformam o acessório em uma peça exclusiva, feita sob medida.


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